Nosso Credo
O que cremos e ensinamos.

I. NO VERDADEIRO DEUS – Cremos que há Único e somente um Deus Vivo e Verdadeiro o Pai, Espírito pessoal infinito e inteligente, cujo nome é YHWH, Criador e Senhor Supremo dos céus e da terra, indizivelmente glorioso em santidade e digno de toda honra, temor, confiança e amor. O único Deus vivo e verdadeiro é Espírito pessoal, eterno, infinito e imutável; é onipotente, onisciente, e onipresente; é perfeito em santidade, justiça, verdade e amor. (cf Dt 6.4; Jr 10.1; Sl 139; 1Co 8.6; 1Tm 2.5,6; Ex 3.14; 6.2,3; Is 43.15; Mt 6.9; Jo 4.24; 1Tm 1.17; Ml 3.6; Tg 1.17; 1Pe 1.16,17); Ele é o criador, sustentador, redentor, juiz e Senhor da história e do universo, que governa pelo seu poder, dispondo de todas as coisas, de acordo com o seu eterno propósito e graça (cf Gn 1.1; 17.1; Ex 15.11-18; Is 43.3; At 17.24-26; Ef 3.11; 1Pe 1.17).
- LEIA MAIS:
- Deus é Amor (cf I João 4.16) fato demonstrado ao dar seu Filho Unigênito como propiciação pelos nossos pecados, bem como do mundo inteiro (vf João 3, 16; 1ª. João 4, 16; 4, 9 e 10; 1ª. João 2, 2;). Sua Lei é o reflexo de sua ética e vontade; todos os seus mandamentos visam o Amor a Deus, ao próximo e a nós individualmente, por isso o cumprimento de sua Lei é o Amor e a quebra de sua Lei é o Pecado, bem como o abandono da sua verdade; ele não se compraz com a morte do ímpio, mas deseja que todos os homens cheguem ao pleno conhecimento da verdade (cf Romanos 13.10; 1ª. João 3.4; Mateus 22.36 a 40; Salmo 119.151; I Tim 2.4;).
- Deus é Espírito (cf João 4:24) por isso importa que aqueles que queiram buscá-Lo devem fazer mediante a fé em Seu Filho e Adorá-Lo em espírito e verdade; através de Seu Espírito nos guia em toda a Verdade apontando e revelando a Cristo, o qual, por isso, inspirou as Letras Sagradas; por Ele opera em nós o querer e o realizar segundo sua boa vontade e nos garante a Vida Eterna preservando nossas almas para a redenção do Último Dia; seu Espírito em nós evidencia-se pelo Amor a Ele e aos irmãos e, de Deus por nós e aos perdidos; (cf João 4.24; 2ª. Coríntio 3.17; João 14.6; 15.26; 16.13; 2ª. Cor 5.14; Rm 5.5, 8; Heb 11.5 e 6; 1ª. João 2.15-17; 21; 5.1 e 2; 2ª. Timóteo 3.16; Efésios 1.13, 14; 2ª. Coríntios 1.22; 5.5; 1ª. Pedro 1.11; 1ª. Coríntios 2.6 e 11; Filipenses 2.12 e 13).
- Deus é Luz (cf I João 1.5), a luz que alumia todo homem e essa luz é a Vida dos homens; Cristo seu Filho veio como Manifestação e revelação do Pai como Luz que ilumina os homens e a esse Mundo; Ele revela o Pai ao homem que recebe de sua Luz, bem como, o homem pode conhecer o Filho revelado pelo Espírito de Deus; o homem subsistindo na condição de pecador anda na Morte, destituído da glória de Deus, em medonha escuridão; por isso sem Deus o homem não reconhece seu próximo, não guarda seus mandamentos e vive uma existência ignorante e errante do verdadeiro propósito de sua criação; e, por amar mais as densas trevas, anda nas sendas tortuosas da perversidade e dissolução demonstrado pelas obras da impiedade; (vf João 1.4 a 9 e 18; 3.19 a 21; 8.12; 9.5; Mateus 11.27; 16.16-18; Romanos 3.9-19; 1ª. João 1.5 a 7; 2.8 a 10; 3.14; Efésios 2.1-3; 4.17-19).
- Deus é Pai (cf I Coríntios 1.3), Deus, como Criador, manifesta disposição paternal para com todos os homens. Historicamente ele se revelou primeiro como pai ao povo de Israel, que escolheu consoante os propósitos de sua graça. Ele é Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem enviou a este mundo para salvar os pecadores e deles fazer filhos por adoção. Aqueles que aceitam a Jesus Cristo e n’Ele creem são feitos filhos de Deus, nascidos pelo seu Espírito, e, assim, passam a tê-lo como Pai celestial, dele recebendo proteção e disciplina.(cf Is 64.8; Mt 6.9; 7.11; At 17.26-29; 1Co 8.6; Hb 12.9; Ex 4.22,23; Dt 32.6-18; Is 1.2,3; 63.16; Jr 31.9; Sl 2.7; Mt 3.17; 17.5; Lc 1.35; Jo 1.12; Mt 23.9; Jo 1.12,13; Rm 8.14-17; Gl 3.26; 4.4-7; Hb 12.6-11);
- Deus é o Criador, criou o Universo através de Seu Filho, criou o planeta, os seres viventes e o primeiro homem à sua imagem e semelhança em seis dias e, ao sétimo dia, criou o Sábado para se congratular com ser humano; dias depois criou Eva como expressão feminina do ser humano; lhes dispôs a provisão de sustento, moradia e alimentação; assim também firmou decretos, propósitos e ordens desde a fundação do mundo para a humanidade se harmonizar com Ele e as coisas criadas no planeta (cf Hebreus 1.1-3; João 1.1-5; Gen 1.1-27; 1.28-31; Gen 2.1-3, 9, 16, 17; 18-24; 3.17-19).
II. NO VERDADEIRO FILHO DE DEUS – Cremos que Jesus Cristo de Nazaré é o Filho Unigênito de Deus o Pai, é o Messias Ungido prometido por Deus desde o início do mundo, que pela promessa feita dada a Abraão, veio da descendência de Isaque, Jacob ou Israel, pela tribo de Judá, da raiz do rei Davi segundo a carne e, segundo o Espírito de Deus já estava no seio do Pai desde a Eternidade. Sendo unido com o Pai participa da plenitude de sua Divindade, é o primogênito de toda a criação, criou o Universo sustentando-o pela Sua Palavra; foi lhe dada toda autoridade nos Céus e na Terra (vf Mac 1.1; Mat 1.1ss; João 1.18; Colos 1.13-19; 2.9; Mat 16:16; 22.42; Gt 3.29; Heb 1.1-3). O Filho do Eterno Deus, tornou-se homem na plenitude dos tempos, nascido da virgem Maria, iniciou seu trabalho de resgatar a humanidade na região da Galiléia, foi manifestado ao povo de Israel pela ocasião do batismo de João o Batista, e pelos vários sinais e prodígios que o Pai operou através d’Ele, mas a maior manifestação, foi quando ressuscitou dentre os mortos, após ter padecido sob Pôncio Pilatos, ficando morto três noites e três dias na sepultura (vf Gt 4.4; Mat 4.12-17; Luc 3.21, 22; At 2.22, 36; João 19.1-8, 16; Mat 12.40; Rom 1.4). Foi traído e entregue por Judas Iscariotes para ser preso, julgado, ferido e morto; foi sacrificado e cravado num madeiro; foi sepultado às pressas na viração da véspera do sábado cerimonial da festa judaica dos pães ázimos, ficando num horto providenciado por José de Arimatéia, ressuscitando após os três dias e três noites como por Ele profetizado (cf Mat 26:1-5; 27:57; Luc 22.1, 2; Mc 14.10-21; 15:43; João 19:38; Luc 23:50-56). Após ressuscitado, continuou aparições quarentenas manifestando-se para mais de quinhentos irmãos que se tornaram suas testemunhas oculares. Findando-se esses quarenta dias de manifestações deu ordem para suas testemunhas que fossem a todas as nações fazer discípulos batizando-os em Nome do Pai do Filho e do Espírito Santo, ensinando a guardar tudo que já os tinha ordenado e, que ficassem em Jerusalém para cumprir a promessa do Batismo com o Espírito Santo, fato que ocorreu ao cumprir-se o dia de Pentecostes para lhes dar poder para testemunho e serviço e, ainda mais através d’Ele estar conosco até O encerramento deste século(cf. I Cor 15:4-7; Atos 1.3-8; 2:1-4, 16-21; Mat 28:18-20). Cristo Jesus sendo o UNGIDO morto pelos nossos pecados deu encerramento aos sacrifícios exigidos na antiga aliança, sendo Ele mesmo a oferta pelos pecados da humanidade, tornou-se o Mediador e Chefe do Novo Pacto, foi elevado às alturas, adentrou pelos Portais Eternos foi exaltado e assentado à Direita de Deus o Pai, vive sempre a interceder pelos salvos no Santuário Celeste! No fim dos tempos, no Dia de Deus, num dia e hora que apenas Deus o Pai sabe, virá pela Segunda vez com grande poder e glória, não mais para salvar, mas para o Juízo Final (cf Atos 2.36; Mc 15:38; Luc 23:45; Mc 14:24; Heb 1:1, 2; 3:1; 4:14; Heb 6:20; Heb 12:24; Mat 24:30, 36, 44; Mat 25: 31; João 5:27; Salmo 24:7; Mat 28:18; I Ped 4:5; Rom 2:16; 14:10; II Tm 4:1; Atos 17:13; Apoc 20:13).
III. NA VERDADEIRA IGREJA – Cremos que uma igreja de Cristo é uma congregação local e visível de crentes batizados, que se associam por um pacto na fé e comunhão do evangelho; que observam as ordenanças de Cristo e são governados por Suas leis; que usam os dons, direitos e privilégios a eles concedidos pela palavra; que seus únicos oficiais concedidos e ordenados por Cristo são os bispos que exercem o ministério de pastores e os diáconos, cujas qualificações, direitos e deveres estão definidos nas epístolas a Timóteo e a Tito. (Mt 18.15-20; 28.20; Jo 14.15; 15.11; At 2.41,42,47; 5.11; 8.11; 11.21; 14.23; Rm 16.17-20; 1Co 1.1-13; 4.17; 5.5,12,13; 11.2, 23; 14.12,23; 2Co 2.17; 8.5; Gl 6.2; Ef 4.7; Fp 1.1,27; 1Ts 4.2; 2Ts 3.6; 1Tm 3.5; Tt 1; 1Jo 4.21; 2Jo 6; 3Jo 9). Cremos que o batismo cristão é a imersão em água do crente confessor, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo para simbolizar, em belo e solene emblema sua fé no Senhor crucificado, sepultado e ressuscitado, com seus efeitos em nossa morte para o pecado e ressurreição para uma vida nova; que este ato é um pré-requisito para o usufruto dos privilégios da Igreja e para a participação na Ceia do Senhor, na qual os membros da Igreja, pelo uso participativo e sagrado do pão e do vinho, comemoram juntos o amor de Cristo em sua morte, seu retorno, devendo sempre ser precedida de solene exame íntimo (At 8.36-39; Mt 3.5-6; Jo 3.22-23, 4.1-2; At 8.12, 16.32-34, 18.8; Mt 28.19; At 10.47-48; Gl 3.27; Rm 6.4; Cl 2.12; I Pe 3.20-21; At 2.41-42; Mt 28.19-20; I Co 11.26; Mt 26.26-29; Mc 14.22-25; Lc 22.14-20; I Co 11.18-25; I Co 11.28-29; Jo 6.26-71).
IV. NAS LETRAS SAGRADAS – Cremos que a Bíblia Sagrada é o registro humano da revelação de Deus; que é um tesouro perfeito de instrução celestial, tendo Deus por seu verdadeiro autor; apresenta todas as suas Letras inspiradas por Seu Espírito e, portanto sagradas; escrita por homens movidos verdadeiramente pelo Espírito Santo; que tem por objetivo a salvação dos homens; que o seu conteúdo é a verdade sem qualquer mescla de erro; que revela os princípios pelos quais Deus julgará a nós e o mundo e por isso é, e continuará sendo, até ao fim dos séculos, o verdadeiro centro da união cristã e padrão supremo pelo qual toda a conduta, credos e opiniões dos homens devam ser julgados. Ela deve sempre ser interpretada à luz da pessoa e dos ensinos de Jesus Cristo (Ex 24.4; 2Sm 23.2; SI 119.59,60, 89, 111; Pv 30.5,6; Is 8.20; Mc 16.16; Lc 10.10-16; 12.47,48; 16.29-31; Jo 5.38,39; 10.35; 12.47,48; At 1.16; 3.21;11.14;17.11,17; Rm 1.16; 2.12; 3.1-4; 1Co 1.10; 4.3,4; 2Co 13.5; Ef 3.17; 4.3-6; Fp 1.9-11; 2.1,2; 3.16; 1Ts 5.21; 2Tm 3.15-17; 1Pe 1.10,12; 4.11; 2Pe 1.21; 1Jo 4.1,6; Jd 3; Ap 22.18,19; Lc 24.44,45; Mt 5.22,28,32,34,39; 17.5; 11.29,30; Jo 5.39,40; Hb 1.1,2; Jo 1.1,2,14).
V. NA HARMONIA DA LEI E O EVANGELHO – Cremos que a Lei de Deus é a regra eterna e imutável de seu governo moral; que é santa, justa e boa, e que a incapacidade atribuída pelas Escrituras ao homem decaído para cumprir os seus preceitos, deriva inteiramente do amor que ele tem pelo pecado; que um dos grandes objetivos do Evangelho e dos meios da graça relacionados com o estabelecimento da igreja visível, é o de libertar os homens do pecado e restaurá-los, através de um Mediador, à obediência sincera à santa Lei (Rm 3.31; Mt 5.17; Lc 16.17; Rm 3.20; 4.15; Rm 7.12; 7.7, 14, 22; Gl 3.21; SI 19.7-11; Rm 8.2-4; 10.4; 1Tm 1.15; Hb 8.10; Jd 20.21; Mt 16.17,18; 1Co 12.2). Nós cremos que o Dia do Senhor, o Sábado Sagrado deve ser guardado no Sétimo dia da semana, sendo um dia abençoado e santificado pelo próprio Deus; é uma criação e um dom de Deus para todas as pessoas em todas as épocas; instituído no princípio do mundo como memorial da criação, foi afirmado nos Dez mandamentos e reafirmado no ensino e exemplo de Jesus e dos apóstolos. Nesse Dia temos o dever sagrado da abstenção das recreações mundanas e de todo trabalho secular – exceto aquele que seja imprescindível e indispensável à vida da comunidade; é uma devoção com propósitos religiosos pela observância piedosa de todos os meios de graça, quer privados quer públicos, para se tornar preparativa para aquele repouso que ainda resta ao povo de Deus (Gn 2:2-3; Êx 16:23-30; Êx 20:8-11; Is 58.13, 14; Salmo 25.8; 86.3; Mc 2:27-28; Lc 4:16; Jo 20.19; At 13:14 42-44; At 16:11-13; At 17:2, 3; At 18:4-11; At 20.7; João 14:15; Mat 5:17-19; Ez 29:19-20; Hebreus 4:3-11; 10.24, 26; Hb 4.9-11; Ap 14.12,13).
VI. A HUMANIDADE E SUA QUEDA – Por um ato especial, o homem foi criado por Deus à sua imagem e conforme a sua semelhança e disso decorrem o seu valor e dignidade (Gn 1.26-31; 18.22; 9.6; Sl 8.1-9; Mt 16.26). Seu corpo foi feito do pó da terra e para o mesmo pó há de voltar (Gn 2.7; 3.19; Ec 3.20; 12.7). Seu espírito procede de Deus e para ele retornará (Ec 12.7; Dn 12.2,3). O criador ordenou que o homem domine, desenvolva e guarde a obra criada (Gn 1.21; 2.1; Sl 8.3-8). Criado para a glorificação de Deus (At 17.26-29; 1Jo 1.3, 6, 9). Seu propósito é amar, conhecer e estar em comunhão com seu Criador, bem como cumprir sua divina vontade (Jr 9.23,24; Mq 6.8; Mt 6.33; Jo 14.23; Rm 8.38,39). Ser pessoal e espiritual, o homem tem capacidade de perceber, conhecer e compreender, ainda que em parte, intelectual e experimentalmente, a verdade revelada, e tomar suas decisões em matéria religiosa, sem mediação, interferência ou imposição de qualquer poder humano, seja civil ou religioso (Jo 1.4-13; 17.3; Ec 5.14,17; 1Tm 2.5; Jó 19.25,26; Jr 31.3; At 5.29; Ez 18.20; Dn 12.2; Mt 25.32,46; Jo 5.29; 1Co 15; 1Ts 4.16,17; Ap 20.11-30). O Pecado – No princípio o homem vivia em estado de inocência e mantinha perfeita comunhão com Deus(Gn 2.15-17; 3.8-10; Ec 7.29) Mas, cedendo à tentação de Satanás, num ato livre de desobediência contra seu Criador, o homem caiu no pecado e assim perdeu a comunhão com Deus e dele ficou separado (Gn 3; Rm 5.12-19; Ef 2.12; Rm 3.23). Em consequência da queda de nossos primeiros pais, todos somos, por natureza, pecadores e inclinados à prática do mal (Gn 3.12; Rm 5.12; Sl 51.15; Is 53.6; Jr 17.5; Rm 1.18-27; 3.10-19; 7.14-25; Gl 3.22; Ef 2.1-3). Todo pecado é cometido contra Deus, sua pessoa, sua vontade e sua Lei (Sl 51.4; Mt 6.14; Rm 8.7-22). Mas o mal praticado pelo homem atinge também o seu próximo (Mt 6.14,15; 18.21-35; 1Co 8.12; Tg 5.16). O pecado maior consiste em não crer na pessoa de Jesus Cristo, o Filho de Deus, como salvador pessoal (Jo 3.36; 16.9; 1Jo 5.10-12). Como resultado do pecado, da incredulidade e da desobediência do homem contra Deus, ele está sujeito à morte e à condenação eterna, além de se tornar inimigo do próximo e da própria criação de Deus (Rm 5.12-19; 6.23; Ef 2.5; Gn 3.18; Rm 8.22). Separado de Deus, o homem é absolutamente incapaz de salvar-se a si mesmo e assim depende da graça de Deus para ser salvo(Rm 3.20; Gl 3.10,11; Ef 2.8, 9).
VII. NA INSTITUIÇÃO DA FAMÍLIA – Deus Sendo Supremo Rei & Criador da Humanidade instituiu a Família desde a fundação do mundo, para refletir e cumprir seu propósito na terra. Composta pelo casal marido, esposa e filhos se estabelecem como atores das tradições bíblicas às gerações que se seguem; a família é constituída no Matrimônio Monogâmico indissolúvel enquanto vivem um dos cônjuges. O casal é como unidade de amor verdadeiro, exerce serviços de ordem sacerdotal e magistério dos filhos; os filhos devem honrar seus pais, receber com alegria a disciplina de Deus através da educação embasada nos princípios bíblicos e, conservar as tradições bíblicas repassadas para retransmiti-las às gerações vindouras. O casal ordenado conforme a vontade de Deus, é o esposo e a esposa aliançados cerimonial e solenemente sob uma Autoridade Instituída também por Deus, sem está em processo de desunião ou divórcio! (Gen 2.21-25; Gen 1:26-31; Mat 19.5, 6; Rm 8.29; Salmo 78.5; Pv 1.8; Pv 17:6, 21, 25; 19:13; Efésio 6.1-4). À mulher cumpre ser auxiliadora de seu esposo na ordenação do lar e lhe ser submissa com o Sinal de poderio na liturgia da igreja e do lar, cumprir sua missão maternal e magisterial dos filhos, uma edificadora do lar com sabedoria e piedade. Ao marido convém amar sua esposa, reconhecendo como bênção de YHWH e como sua parte mais frágil, deve funcionar como sacerdote do lar, sustentador e estar debaixo a liderança da mente de Cristo e de Deus (I Cor 11.1-3; Efésios 5.22-29; Pv 14.1; 19:14; I Pe 3:1-6; I Cor 11:3, 4, 7, 8; I Cor 11:5, 10; I Cor 11:8-11; 13-16; I Pedro 3:7)
‘SUA GRATUIDADE’: Cremos que as bênçãos da salvação cabem gratuitamente a todos por meio do Evangelho; que é dever imediato de todos aceitá-las com fé obediente, cordial e penitente, e em nada impede a salvação, ainda mesmo do mais pecador da terra, senão sua perversidade inerente e volitiva rejeição do Evangelho, a qual agrava a sua condenação (Is 55.1; Ap 22.17; Lc 14.17; Rm 16.26; Mc 1.15; Rm 1.15,17; João 5.40; Mt 23.27; Rm 9.32; Pv 1.24; At 13.46; João 3.19; Mt 11.20; Lc 19.27; 2Ts 1.8).
‘NO MEIO‘ – Cremos que a salvação dos pecadores é inteiramente de graça pela mediação do Filho de Deus, o qual, segundo desígnio do Pai, assumiu livremente nossa natureza mas sem pecado, honrou a lei divina pela Sua obediência pessoal, e por Sua morte realizou completa expiação dos nossos pecados; que, tendo ressurgido dos mortos, está agora entronizado nos céus e que, unindo em sua maravilhosa pessoa a mais terna simpatia com perfeição divina, está completamente capacitado para ser o Salvador adequado, compassivo e todo suficiente dos homens (Ef 2.5,8,9; Mt 18.11; 1Jo 4.10; 1Co3.5,7; At 15.11; João 3.16 1.1-14; Hb 4.14; 12.24; Fp 2.6,7; Hb 2.9,14; 2Co 5.21; Is 42.21; Fp 2.8; Gl 4.4,5; Rm 3.21; Is 53.4,5; Mt 20.28; Rm 3.21; 3.24,25; 1Jo 4.10; 2.2; 1Co 15.1-3; Hb 9.13-15; 1.3,8;8.1; Cl 3.1-4; Hb 7.25; Cl 2.9; Hb 2.18 7.26; Sl 89.19; Sl 34).
‘NO ARREPENDIMENTO E NA FÉ’ – Cremos que o arrependimento e a fé são deveres sagrados e também graças inseparáveis, originadas em nossas almas pelo Espírito regenerador de Deus; que, sendo por essas graças convencidos profundamente de nossa culpa, perigo e incapacidade, bem como do caminho da salvação por Cristo, voltamo-nos para Deus com sincera contrição, confissão e súplica por misericórdia, recebendo ao mesmo tempo de coração e Senhor Jesus Cristo como nosso Profeta, sacerdote e Rei, e confiando somente nEle como o único e auto-suficiente Salvador (Mc 1.15; At 11.18; Ef 2.8; João 16.8; At. 2.37,38; 16.30,31; Lc 18.13; 15.18-21; Tg 4.7-10; 2Co 7.11; Rm 10.12,13; Sl 51; Rm 10.9-11; At 3.22,23; Hb 4.14; Sl 2.6; Hb 1.8; 7.25; 2Tm 1.12).
‘NA JUSTIFICAÇÃO‘ – Cremos que a grande bênção do Evangelho, que Cristo assegura aos que nEle Crêem, é a Justificação; que esta inclui o perdão dos pecados e a promessa da vida eterna, baseada nos princípios da justiça; que é conferida, não em consideração de quaisquer obras justas que tenhamos feito, mas exclusivamente pela fé no sangue do Redentor; que, em virtude dessa fé, a perfeita justiça de Cristo é livremente imputada por Deus; que ela nos leva ao estado da mais abençoada paz e favor com Deus e nos assegura todas as outras bênçãos necessárias para o tempo e a eternidade (João 1.16; Ef 3.8; At 13.39; Is 53.11,12; Rm 8.1; 5.9; Zc 13.1; Mt 9.6; At. 10.43; Rm 5.17; Tt 3.5,6; 1Jo 2.25; Rm 5.21; 4.4,5; 5.22; 6.23; Fp 3.8,9; Rm 5.19 3.24-26; 4.23-25; 1Jo 2.12; Rm 5.1-3,11; 1Co 1.30,31; Mt 6.23; 1Tm 4.8).
‘NA GRAÇA DA REGENERAÇÃO‘ – Cremos que os pecadores para serem salvos precisam ser regenerados, isto é, nascer de novo; que a regeneração consiste na outorga de uma santa disposição à mente, e que isso se efetua pelo poder do Espírito Santo de um modo que transcende a nossa compreensão, em conexidade com a verdade divina, de maneira a assegurar-nos nossa obediência voluntária ou Evangelho; que a evidência da regeneração transparece nos frutos santos do arrependimento e da fé e em novidade de vida (João 3.3,6,7; 1Co 2.14; Ap21.27; 2Co 5.17; Ex 36.26; Dt 30.6; Rm 2.28,29; Rm 5.5; 1Jo 4.7; João 3.8; João 1.13; Tg 1.16-18; 1Co 1.30; Fp 2.13; 1Pe 1.20,25; 1Jo 5.1; 1Co 12.3; Ef 4.20-24; Cl 3.9-11; Ef 5.9; Rm 8.9; Gl 5.16-23; Ef 2.14-21; Mt 3.8-10; 7.20; 1Jo 5.4).
‘NO PROPÓSITO DA GRAÇA DE DEUS’ – Cremos que a Eleição é o eterno propósito de Deus, segundo o qual Ele gratuitamente regenera, santifica e salva pecadores; que esse propósito, sendo perfeitamente consentâneo com o livre-arbítrio do homem, compreende todos os meios que concorrem para esse fim. Que é gloriosa manifestação da soberana vontade de Deus que é infinitamente livre, sábia, santa e imutável; que exclui inteiramente a jactância e promove a humildade, o amor, a oração, o louvor, a confiança em Deus, bem como a imitação ativa de sua livre misericórdia; que encoraja o uso dos meios de santificação no grau mais elevado e pode ser verificada por seus efeitos em todos aqueles que realmente creem no Evangelho; que é o fundamento de segurança cristã e que o verifica-la a respeito de nós mesmos exige e merece a nossa maior diligência (2Tm 1.8,9; Ef 1.3-14; 1Pe 1.1,2; Rm 11.5,6; João 15.16; 1Jo 4.19; 2Ts 2.13,14; At 13.48; João 10.16; Mt 20.16; At 15.14; Ex 33.18,19; Mt 20.13; Ef 1.11; Rm 9.23,24; Jr 31.3; Rm 11.28.29; Tg 1.17,18; 2Tm 1.9; Rm 11.32-36; 1Co 4.7; 1.26,31; Rm 3.27; 4.16; Cl 3.12; 1Co 3.3,7; 15.10; 1Pe 5.10; At 1.24; 2Ts 2.13; 1Pe 2.9; Lc 18.7; João 15.16; Ef 1.16; 1Ts 2.12; 2Tm 1.10; 1Co 9.22; Rm 8.28,30; João 6.37-40; 2Pe 1.10; 1Ts 1.4-10; Tg 2.18; João 14.23; Is 42.16; Rm11.29; 2Pe 1.10,11; Fp 3.12; Hb 6.11).
‘NA SANTIFIÇAÇÃO’ – Cremos que a santificação é o processo pelo qual, de acordo com a vontade de Deus, somos feitos participantes de Sua santidade; que é uma obra progressiva que se inicia na regeneração; que é continuada nos corações dos crentes pela presença do Espírito Santo, o Confirmador e Confortador, no uso contínuo dos meios indicados, especialmente a Palavra de Deus, o exame próprio, a renúncia, a vigilância e a oração (1Ts 4.3; 5.23; 2Co 7.1; 13.9; Ef 1.4; Pv 4.18; Hb 6.1; 2Pe 1.5-8; 1Jo 2.29; Rm 8.5; João 3.6; Fp 1.9-11; Ef 1.13,14; Fp 2.12,13; Ef 4.11,12; 1Pe 2.2; 2Pe 3.18; 2Co 13.5; Lc 11.35; 9.23; Mt26.41; Ef 6.18; 4.3).
‘NA PERSEVERANÇA DOS SANTOS‘: Cremos que só são crentes verdadeiros aqueles que perseveram até o fim; que a sua ligação perseverante com Cristo é o grande sinal que os distingue dos que professam superficialmente; que uma Providência especial vela pelo seu bem-estar e que são guardados pelo poder de Deus mediante a fé para salvação (João 8.31; 1Jo 2.27,28; 3.9; 5.18; Mt 13.20,21; João 6.66-69; rm 8.28; Mt 6.30-33; Jr 32.40; Sl 19.11,12; 121.3; Fp 1.6; 2.12,13; Jd 24; Hb 1.14; 13.5; 1Pe 1.5; Ef 4.30).
IX. NO FIM DOS SÉCULOS – Cremos que o fim do mundo está se aproximando; que no Último Dia Cristo descerá do céu, e ressuscitará os mortos da sepultura para retribuição final; que uma solene separação então tomará lugar; que o ímpio será condenado à punição, e o justo ao júbilo infindável; e que este julgamento fixará para sempre o estado final dos homens no Céu ou no Inferno, sobre os princípios da justiça (1Pe 4.7; 1Co 7.29,31; Hb 1.10-12; Mt 25.31; 1Jo. 2.17; Mt 28.20; 13.39-40; 2Pe 3.3-13; At 1.11; Ap 1.7; Hb 9.28; At 3.21; 1Ts 4.13-17; 5.1-11; At 24.15; 1Co 15.12,58; Lc 14.14; Dn 12.2; Jo 5.28-29; 6.40; 11.25-26; 2Tm 1.10; At 10.42; Mt 13.37-43; 24.30; Ap 22.11; 1Co 6.9,10; Mc 9.43-48; 2Pe 2.9; Fl 3.19; Rm 3.5; 6.22; 2 Cor 4.18; 5.10,11; Jo 4.36; 2Ts 1.6-12; Hb 6.1-2; 1Co 4.5; At 17.31; Rm 2.2-16; Ap 20.11-12; 1Jo 2.28; 4.17).
X. NA VISÃO BATISTA – Entendemos que a Ordenança Batismal configura a congruência entre os Atos Redentores de Cristo e os seus momentos que o Símbolo & Sinal representam. Que a Ordenança batismal propõe um Sepulcro Identificatório com a própria Tumba de Cristo, chamando todos os crentes em Seu Nome a tornarem-se participantes de Sua Morte, de Sua Sepultura, de Sua Ressurreição e de Sua Glória. Dessa Visão Cristo torna-se nosso Modelo Mestre, que nos propõe morrer com Ele para sermos glorificados por Ele. (II Tim 2:11-13; Col 2.12; Rom 6:1-11; Rom 5.1-5; Ef 2.6; Col 3.1-6).
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